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	<title>Biblioteca del Colegio Seminario</title>
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	<description>Montevideo - Uruguay</description>
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		<title>Uruguay: el país más informatizado de América Latina</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 20:50:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Uruguay]]></category>

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		<description><![CDATA[Nuestro país a nivel continental se destaca por la penetración de las PC y la cantidad de usuarios de internet. Hoy Antel no cobra en hogares y móviles por el tráfico de internet. FOTO vie may 17 2013 10:59 Internet celebra hoy su día con cifras de penetración alentadoras y una velocidad de crecimiento loables. [...]]]></description>
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<div class="pc">
<p>Nuestro país a nivel continental se  destaca por la penetración de las PC y la cantidad de usuarios de  internet. Hoy Antel no cobra en hogares y móviles por el tráfico de  internet.</p>
</div>
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<div class="box-title">
<div class="menu-tabs"><a id="m84-83-85" class="active" style="width: auto;">FOTO</a></div>
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<div class="box-big-border-content active">
<div id="m77-76-78" class="image "><img style="opacity: 1;" src="http://www.elpais.com.uy/files/article_main/uploads/2013/05/17/5196368921db9.jpg" alt="" width="493" height="301" /></div>
</div>
</div>
</div>
<div class="top-box"><span class="published">vie may 17 2013 10:59</span></div>
<p id="m65-64-66">Internet celebra hoy su día con cifras de  penetración alentadoras y una velocidad de crecimiento  loables.  Actualmente las redes para dispositivos son tantas como toda la  población de la tierra y para 2015 esas redes duplicarán la población  del planeta, según datos de Intel. Nada más por minuto se transfieren  639.800 Gb de datos a través de internet.</p>
<p id="m117-1-118">En América Latina hay 255 millones de usuarios, lo  que significa un 40% de penetración. Hace solo cinco meses, había 15  millones de usuarios menos, según cifras de LACNIC, el registro de  direcciones de Internet para América Latina y el Caribe.</p>
<p id="m123-2-124">En los próximos 30 meses esa organización espera 100  millones de cibernautas más en la región y para 2015 una penetración  promedio de Internet del 60%, el mismo nivel que existe en Estados  Unidos.</p>
<p id="m129-3-130">Uruguay, despegado de los países vecinos, ya está en  esos niveles. Según la encuesta El Perfil del internauta uruguayo, de la  consultora Grupo Radar, el 61% de los uruguayos usa internet, una cifra  que asciende al 68% en Montevideo. Según cifras de la URSEC, a  diciembre de 2012 había 1.655.137 suscripciones a servicios de banda  ancha y móviles.</p>
<p id="m135-4-136">Es que nuestro país ocupa el primer lugar en América  latina en cuanto a desarrollo de las TICs (Tecnologías de la Información  y Comunicación) según la Medición de la Sociedad de Información, un  índice que incluye acceso, uso y habilidades en esa área y que ubica a  Uruguay en el lugar 48 del ranking mundial.</p>
<p id="m141-5-142">Para celebrar el día hoy Antel no cobra el tráfico en internet en los hogares y móviles.</p>
<p><a href="http://www.seminario.edu.uy/bibliowp/wp-content/uploads/2009/04/line-cent.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-110" title="line-cent" src="http://www.seminario.edu.uy/bibliowp/wp-content/uploads/2009/04/line-cent.jpg" alt="" width="500" height="23" /></a></p>
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		<title>Ética no diálogo e o bem comum</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 20:37:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ética]]></category>

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		<description><![CDATA[17/05/2013 A sociedade sofre avalanches de todo tipo: escândalos morais no âmbito político, incoerências absurdas no mundo religioso, crises diversas nas relações familiares e a redução do trabalho à lógica do lucro. Pode-se fazer uma longa “ladainha de avalanches” que distanciam a vida de sua compreensão como dom, oportunidade de experiências valiosas. Sem nenhum sentido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="data">17/05/2013</div>
<div class="corpo">
<p>A  sociedade sofre avalanches de todo tipo: escândalos morais no âmbito  político, incoerências absurdas no mundo religioso, crises diversas nas  relações familiares e a redução do trabalho à lógica do lucro. Pode-se  fazer uma longa “ladainha de avalanches” que distanciam a vida de sua  compreensão como dom, oportunidade de experiências valiosas. Sem nenhum  sentido de pessimismo, ao fazer essas constatações, ainda é possível,  louvado seja Deus, construir um rosário de fatos e acontecimentos que  dignificam pessoas, alavancam a construção de uma sociedade justa e  solidária. Existem ações de grande alcance, engenhadas com grande  competência e espírito de solidariedade, que merecem constante  reconhecimento e cotidiana divulgação, alimentando imaginários para que  se tornem efetivas as convicções e condutas solidárias. E que a  sociedade brasileira faça jus ao que canta, em verso e em prosa, de ser  uma cultura marcada pela proximidade.</p>
<p>Contudo, é importante a consideração das condutas que geram prejuízos  para se ganhar estatura no seu enfrentamento e, consequentemente,  modificar cenários. Sobretudo o clamor dos mais pobres não pode ser  desconsiderado nunca. Essa sensibilidade não deve servir apenas para  construir argumentos e promessas em campanhas eleitorais. Escutar os  pobres e considerar suas urgências, atendendo-as com presteza e como  prioridade, têm uma força educativa que, se não for alcançada, reduz as  conquistas apenas a indicadores econômicos. Esses números tornam-se  insignificantes, pouco incidentes na vida dos pobres, quando não estão  emoldurados por uma sensibilidade social e apurada consciência política  que não é, obviamente, aquela partidária do cenário brasileiro.</p>
<p>Infelizmente, a consciência política partidária no Brasil é uma  verdadeira lástima.  Basta verificar a grande quantidade de siglas que  carregam de tudo e tudo negociam, a partir de interesses cartoriais e  grupais. Não menos, carregam também muitos que não têm competência para  exercícios executivos e parlamentares, atrasando processos,  burocratizando e retardando serviços para o bem comum. A sociedade não  pode ser regida estritamente pelas ideologias desses partidos, tantas  vezes filosoficamente pouco lúcidas, eivadas, não raramente, de  interesses mesquinhos, ferindo direitos intocáveis. A vida social tem  que ser pautada pela mais alta consciência cidadã, para que políticos,  executivos e tantos outros compreendam e ajam, de fato, não como  mandatários, mas como servidores dos interesses daqueles que neles  depositaram confiança.</p>
<p>Retomando as “avalanches” que transformam a sociedade brasileira, merece  consideração especial a profusão de informações e opiniões difundidas  nas redes sociais. Pela internet, as pessoas podem se manifestar sobre  tudo, mas é importantíssimo que o façam com responsabilidade, cada um  reconhecendo o seu fundamental papel na construção de um mundo melhor.  Aqueles que estão nos governos, nos serviços religiosos e humanitários,  assim como os que se beneficiam destas ações, precisam redobrar a  atenção para a exigência de ética nesse diálogo na web. Não se pode  dizer e espalhar inverdades.</p>
<p>Na perspectiva das instituições, deve ser prioridade a manutenção de  ouvidorias efetivas para que se saiba a opinião do povo sobre as ações  dos governos, sobre os serviços religiosos e de entidades diversas, como  uma prestação de conta social e indispensável diálogo numa sociedade  que busca ser cada vez mais igualitária. Assim, os políticos não podem  tomar cafezinho com o povo e andar nas ruas apenas no tempo das  eleições. Os religiosos, primando pela conduta moral ilibada, devem  comprometer-se com as instâncias de participação e comunhão no exercício  de sua liderança. Os empreendedores não podem deixar de equilibrar seus  interesses com aqueles da coletividade. Os formadores de opinião devem  veicular mais a voz dos pobres. Neste caminho e com esta sensibilidade  se garantirá a indispensável ética no diálogo que leva ao bem comum.</p>
</div>
<hr size="1" />
<p id="coluna_descricao"><img src="http://www.domtotal.com/img/colunistas/colunista_45_G.jpg" alt="" /> <strong>Dom Walmor Oliveira de Azevedo</strong> O arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira  de Azevedo, é doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade  Gregoriana, em Roma  (Itália) e mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto  Bíblico, em Roma (Itália). Membro da Congregação do Vaticano para a  Doutrina da Fé.  Dom Walmor presidiu a Comissão para Doutrina da Fé da Conferência  Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), durante os exercícios de 2003 a  2007 e de 2007 a 2011.  Também exerceu a presidência do Regional Leste II da CNBB &#8211; Minas Gerais  e Espírito Santo. É o Ordinário para fiéis do Rito Oriental residentes  no Brasil e  desprovidos de Ordinário do próprio rito. Autor de numerosos livros e  artigos. Membro da Academia Mineira de Letras. Grão-chanceler da  PUC-Minas.</p>
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<div class="fb-like fb_edge_widget_with_comment fb_iframe_widget"><span style="height: 20px; width: 113px;"><a href="http://www.seminario.edu.uy/bibliowp/wp-content/uploads/2009/04/line-cent.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-110" title="line-cent" src="http://www.seminario.edu.uy/bibliowp/wp-content/uploads/2009/04/line-cent.jpg" alt="" width="500" height="23" /></a></span></div>
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		<title>Achados elementos essenciais à vida em água pré-histórica</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 23:49:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[16/05/2013  &#124;  domtotal.com Cientistas anunciaram a descoberta de elementos químicos essenciais em depósito de água com pelo menos 1,5 bilhão de ano. Cientistas anunciaram nesta quarta-feira a descoberta de elementos químicos essenciais à vida em um depósito de água com pelo menos 1,5 bilhão de anos, que agora estão sendo rastreados em busca de sinais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="data">16/05/2013  |  <a href="http://www.domtotal.com/"><strong>domtotal.com</strong></a></div>
<div class="thumb" style="width: 400px;"><img title="Cientistas anunciaram a descoberta de elementos químicos essenciais em depósito de água com pelo menos 1,5 bilhão de ano.  				(Foto: AFP )" src="http://www.domtotal.com/img/noticias/2013-05/611667_141243.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div id="leg" style="width: 100%; background-color: #ccc; margin-top: 4px;">
<div id="aliLeg" style="margin-left: 3px;">Cientistas anunciaram a descoberta de elementos químicos essenciais em depósito de água com pelo menos 1,5 bilhão de ano.</div>
</div>
</div>
<div class="corpo">
<p>Cientistas  anunciaram nesta quarta-feira a descoberta de elementos químicos  essenciais à vida em um depósito de água com pelo menos 1,5 bilhão de  anos, que agora estão sendo rastreados em busca de sinais de organismos  microscópicos da era pré-histórica.</p>
<p>A água, isolada em bolsões subterrâneos por bilhões de anos, agora  vaza de dutos de perfuração de uma mina 2,4 quilômetros no subsolo de  Ontário, no Canadá, escreveram em artigo publicado na revista científica  Nature.</p>
<p>&#8220;Esta água poderia ser das mais antigas do planeta e, inclusive,  poderia conter vida&#8221;, informou a equipe de estudiosos em um comunicado.</p>
<p>Não apenas isso, afirmaram: a similaridade entre as rochas que  aprisionaram o fluido e aquelas encontradas em Marte traz à tona a  esperança de que água essencial a formas de vida parecidas possa estar  nas profundezas do planeta vermelho.</p>
<p>&#8220;As descobertas podem nos forçar a repensar quais partes do nosso planeta são adequados à vida&#8221;, acrescentaram.</p>
<p>Cientistas britânicos e canadenses analisaram a água e descobriram  que era rica em gases dissolvidos, como hidrogênio e metano, capazes de  sustentar a vida microscópica não exposta ao sol por bilhões de anos,  como no leito do oceano.</p>
<p>As rochas em volta da água datavam de cerca de 2,7 bilhões de anos  atrás, &#8220;mas até agora ninguém pensou que a água pudesse ter a mesma  idade&#8221;, acrescentou a equipe.</p>
<p>Ao analisar a composição da água em laboratório, os estudiosos  estimaram que tivesse pelo menos 1,5 bilhão de anos, provavelmente mais.</p>
<p>&#8220;Nossa descoberta é de grande interesse para os cientistas que querem  compreender como os micróbios evoluem em isolamento e é central para  toda a questão da origem da vida, da sustentabilidade e da vida em  ambientes extremos e em outros países&#8221;, disse o cientista e co-autor do  estudo Chris Ballentine, da Universidade de Manchester.</p>
<p>Antes desta descoberta, a única outra água desta época tinha sido  encontrada em minúsculas bolhas na rocha, incapaz de sustentar a vida.</p>
<p>A água canadense tem características semelhantes a uma água muito  mais jovem, fluindo de uma mina 2,8 km no subsolo da África do Sul, que é  conhecida por conter micróbios.</p>
<p>&#8220;Nossos colegas canadenses estão tentando descobrir se as águas (de  Ontário) contêm vida&#8221;, afirmou o principal autor do estudo, Greg  Holland, da Universidade de Lancaster.</p>
<p>&#8220;Podemos ter certeza de que identificamos um caminho no qual os  planetas podem criar e preservar um ambiente favorável à vida microbiana  por bilhões de anos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>&#8220;E isto independente de quão inóspita a superfície possa ser, abrindo  uma possibilidade de ambientes similares na subsuperfície de Marte&#8221;,  concluiu.</p>
</div>
<div class="fonte">AFP</div>
<div class="fonte"><a href="http://www.seminario.edu.uy/bibliowp/wp-content/uploads/2009/04/line-cent.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-110" title="line-cent" src="http://www.seminario.edu.uy/bibliowp/wp-content/uploads/2009/04/line-cent.jpg" alt="" width="500" height="23" /></a></div>
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		<title>Quando os pastores se tornam lobos</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 23:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biblioteca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iglesia]]></category>

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		<description><![CDATA[16/05/2013  &#124;  domtotal.com Artigo publicado no jornal L’Osservatore Romano, em 16 de maio. Citando Santo Agostinho, papa Francisco alerta para os pastores &#8220;que se transformam em lobos e devoram a carne das ovelhas&#8221; Bispos e sacerdotes que se deixam vencer pela tentação do dinheiro e pela vaidade do carreirismo, de pastores transformam-se em lobos &#8220;que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="data">16/05/2013  |  <a href="http://www.domtotal.com/"><strong>domtotal.com</strong></a></div>
<div class="olho">Artigo publicado no jornal L’Osservatore Romano, em 16 de maio.</div>
<div class="thumb" style="width: 350px;"><img title="Citando Santo Agostinho, papa Francisco alerta para os pastores &quot;que se transformam em lobos e devoram a carne das ovelhas&quot;  				(Foto: Arquivo )" src="http://www.domtotal.com/img/noticias/2013-05/611743_141240.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div id="leg" style="width: 100%; background-color: #ccc; margin-top: 4px;">
<div id="aliLeg" style="margin-left: 3px;">Citando Santo Agostinho, papa Francisco alerta para os pastores &#8220;que se transformam em lobos e devoram a carne das ovelhas&#8221;</div>
</div>
</div>
<div class="corpo">
<p>Bispos  e sacerdotes que se deixam vencer pela tentação do dinheiro e pela  vaidade do carreirismo, de pastores transformam-se em lobos &#8220;que devoram  a carne das suas ovelhas&#8221;. Não usou meios-termos o papa Francisco para  estigmatizar o comportamento  de quem – disse citando Santo Agostinho   –  &#8220;apodera-se  da carne da ovelha para a comer, aproveita-se; negocia e  é apegado ao dinheiro; torna-se avaro e muitas vezes  até simoníaco. Ou  aproveita da sua lã para a vaidade, para se vangloriar&#8221;.</p>
<p>Para superar essas &#8220;verdadeiras tentações&#8221;, bispos e sacerdotes devem  rezar, mas precisam também da oração dos fiéis. Oração que o próprio  papa pediu na manhã de quarta-feira (15), aos fiéis que participaram na  celebração da missa na capela da Domus Sanctae Marthae.</p>
<p>O Santo Padre comentou as leituras do dia: a primeira (Atos dos  Apóstolos 20, 28-38). &#8220;É uma das páginas mais bonitas do Novo  Testamento&#8221;, frisou. Narra a relação entre Paulo e os fiéis de Éfeso,  portanto a relação do bispo com o seu povo, &#8220;feita de amor e de  ternura&#8221;. Desta relação, fala-se também no Evangelho de João (17,  11-19), &#8220;no qual se encontram outras palavras-chave&#8221;, explicou o  Pontífice, que o Senhor  dirige aos discípulos: &#8220;vigiai&#8221;; &#8220;cuidai do  povo&#8221;; &#8220;edificai, defendei&#8221;.</p>
<p>&#8220;E Jesus diz ao Pai: ´consagra´. São palavras e gestos que exprimem  precisamente uma relação de proteção, de amor entre Deus e o pastor e  entre o pastor e o povo. Esta é uma mensagem para nós bispos,   sacerdotes e povo&#8221;, esclareceu o papa.</p>
<p>&#8220;Jesus diz-nos: ´Vigiai sobre vós mesmos e sobre  toda a criação´. O  bispo e o padre devem vigiar, exercer a vigilância precisamente sobre o  seu povo. Também cuidar do seu povo, fazê-lo crescer. Ser sentinela para  o avisar quando os lobos chegam&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tudo isto indica uma relação muito importante entre bispo,  sacerdote  e povo de Deus. No final um bispo não é bispo para si mesmo,  mas para o povo; e um sacerdote não é sacerdote para si mesmo, mas para o  povo. Uma relação muito bonita, baseada no amor recíproco. E assim a  Igreja torna-se unida&#8221;.</p>
<p>&#8220;Vós recordais-vos sempre dos bispos e  dos  sacerdotes? Temos necessidade das vossas orações&#8221;, – afirmou aos fiéis.</p>
<p>De resto, o papa esclareceu que a relação entre bispos, sacerdotes e  povo de Deus não se funda na solidariedade social, portanto &#8220;o bispo e o  sacerdote são solidários com o povo: nós aqui, vós ali&#8221;. Trata-se  de  uma &#8220;relação existencial&#8221;, &#8220;sacramental&#8221;, como a que é  descrita no  Evangelho, na qual &#8220;bispo, sacerdote e povo se ajoelham,  rezam e  choram. É esta  a Igreja unida! O amor mútuo entre bispo, sacerdote e  povo. Temos necessidade das vossas orações para fazer isto, porque  também o bispo e o sacerdote podem ser tentados&#8221;.</p>
</div>
<div class="fonte">L’Osservatore Romano</div>
<div class="fonte"><a href="http://www.seminario.edu.uy/bibliowp/wp-content/uploads/2009/04/line-cent.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-110" title="line-cent" src="http://www.seminario.edu.uy/bibliowp/wp-content/uploads/2009/04/line-cent.jpg" alt="" width="500" height="23" /></a></div>
<div class="fonte"></div>
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		<title>A secularidade aberta de Charles Taylor Maria Clara Bingemer</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 23:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biblioteca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofía]]></category>

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		<description><![CDATA[15/05/2013 Domtotal.com Charles Taylor (Foto: Reprodução) Pela primeira vez no Brasil, o filósofo canadense Charles Taylor falará sobre o tema no qual se tornou autoridade inegável: a secularização. Processo que, por sua velocidade e radicalidade, deixa muitos perplexos e desorientados, a secularização traz consigo mudanças no tecido social e cultural.  Mas também algumas perguntas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="data">15/05/2013</div>
<div class="data">Domtotal.com</div>
<table id="galeria" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="20%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div id="gal_fotos"><img src="http://www.domtotal.com/img/artigos/3590_1451.jpg" alt="" /><br />
<span class="legenda">Charles Taylor</span> <span class="credito">(Foto: Reprodução)</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="corpo">Pela  primeira vez no Brasil, o filósofo canadense Charles Taylor falará  sobre o tema no qual se tornou autoridade inegável: a secularização.  Processo que, por sua velocidade e radicalidade, deixa muitos perplexos e  desorientados, a secularização traz consigo mudanças no tecido social e  cultural.  Mas também algumas perguntas que nos atestam que, ao falar  neste tema, há poucas certezas e muitas questões.</p>
<p>Uma delas e talvez das mais importantes seja a possibilidade de crer em  um mundo secularizado.  Há lugar ainda para a fé em um mundo  desencantado, que suspeitou da existência de Deus a ponto de afirmar com  Feuerbach que esta era apenas uma projeção das carências do sujeito; ou  chegando até mesmo a declarar sua morte, com Nietzsche?</p>
<p>O filósofo canadense não apenas parece estar convicto de que é possível  ser uma pessoa religiosa na secularidade, como ele mesmo se assume  enquanto tal. Apesar de haver pessoas que experimentam a imanência e a  realidade como um todo fechado no qual não há brechas, Taylor afirma que  vivemos num mundo onde, se há “bolsões” de absoluta descrença, há  também, por outro lado, os mesmos “bolsões” de crença e religiosidade, o  que desmente a impossibilidade de crer em meio ao mundo secularizado.</p>
<p>Na verdade, o que o filósofo tenta demonstrar com sua reflexão é que  tanto em termos de secularização como de religião cada vez se confirma  mais a convicção de quão fantasticamente diferente pode ser o que se  chama de religioso, assim como de quantas diferentes situações e  aberturas e diversas possibilidades há de se ser uma coisa ou a outra. O  fascinante da condição humana – dirá o filósofo canadense – é que se  podem encontrar diferentes constelações culturais que abrem e tocam  partes das mentes humanas e fecham outras. Assim, há perdas e ganhos em  ambas as partes, seja da crença, seja da descrença.</p>
<p>No que diz respeito à crença e à religião, o filósofo de Montreal afirma  o dever de estar atentos hoje à situação cambiante e mutante da vida  religiosa na sociedade.  Uma vez que se adquire esse olhar, já não se vê  os movimentos da religião de forma linear. Isso transforma as pessoas  em buscadoras, ou seja, em seres em constante movimento.  A sociedade  onde uma confissão é hegemônica ou mesmo única; a sociedade onde a única  religião é identificada com o estado e a política tende a desaparecer  completamente no mundo ocidental.</p>
<p>Os jovens, sobretudo as novas gerações, buscam a diversificação e a  pluralidade, em total diferença com relação às gerações que os  precederam.  Por isso, trata-se de uma cultura secular, sim, mas cheia  de aberturas, através das quais novas possibilidades são acrescentadas  permanentemente.  E esses “acréscimos”, se olhados do lado da  secularidade, serão percebidos como a presença da fé e da religião que  insiste em se fazer presente nos espaços que se lhe apresentam abertos.  Assim como, se olhados do lado da fé e da religião, serão vistos como o  avanço da secularização que não para e invade mesmo os espaços cobertos  pela crença.</p>
<p>Hoje, mais do que nunca, as pessoas podem considerar-se e  autocompreender-se como espirituais, mas não religiosas; místicas, mas  não institucionalmente enraizadas; membros de comunidades religiosas  difusas e criativas, que diferem muito das antigas instituições rígidas e  com escasso espaço de movimentação e mudança.</p>
<p>Nesta sociedade secular aberta, os buscadores que somos todos nós  estamos convidados a situar-nos e traçar nosso caminho.  Será caminho, e  portanto, não estático.  Será dinâmico e portanto, não imóvel.  Será  mobilizador e portanto não introvertido e imutável. O pensamento  rigoroso, mas ungido de esperança do filósofo canadense católico Charles  Taylor traz um convite estimulante a pensar a fé nesta era secular  aberta, de tantas mutações e movimentos.</p></div>
<hr size="1" /><img src="http://www.domtotal.com/img/colunistas/colunista_12_G.jpg" alt="" /> <strong>Maria Clara Bingemer</strong> é teóloga, professora e decana do Centro de Teologia e Ciências  Humanas da PUC-Rio. É autora de diversos livros, entre eles, ¿Un rostro  para Dios?,  de 2008, e A globalização e os jesuítas, de 2007. Escreveu  também vários artigos no campo da Teologia.</p>
<p><a href="http://www.seminario.edu.uy/bibliowp/wp-content/uploads/2009/04/line-cent.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-110" title="line-cent" src="http://www.seminario.edu.uy/bibliowp/wp-content/uploads/2009/04/line-cent.jpg" alt="" width="500" height="23" /></a></p>
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		<title>Berta va a la playa</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 22:27:07 +0000</pubDate>
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		<title>Berta aprende a montar</title>
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		<title>Berta aprende a bailar</title>
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		<title>Berta va al médico</title>
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		<title>Rita M. Bergstein y Susan Kathleen Hartung Tu cama grande</title>
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		<title>Peter Bently &#8211; Helen Oxenbury El rey Hugo y el dragón</title>
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		<title>Esopo El zorro y la cigüeña</title>
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		<title>Hans Wilhelm Popi se ha perdido</title>
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		<title>Luciano Saracino y Fernando Rossia El gondolero y la ballena</title>
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		<title>Susana Besio Licio Úrsula una vaca muuu&#8230;uuuy rara!!</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 21:38:43 +0000</pubDate>
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